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Avaliador de imóveis

Este blogue pretende, de uma forma simples, esclarecer as questões sobre avaliação de imóveis, máquinas ou de equipamentos, e, ao mesmo tempo, revelar o dia a dia de um avaliador de imóveis!

Da Rua de Santa Catarina ao Chiado!


O artigo de hoje não é mais que uma atualização do artigo que publicamos em 25 de novembro de 2012, e que reflete as diferenças entre as cidades de Porto e Lisboa.

É realizado a partir da publicação ”Portugal Rendas & Yields |Snapshot,” de autoria da consultora CBRE, que, de uma forma muito simples, nos permite concluir a diferença que existe no mercado imobiliário do Comércio de Rua nas duas principais cidades do país.

A análise centra-se nos valores das rendas e yields prime de cada uma das cidades.
 
Fonte: CBRE
Adaptação: Formatos, L.da

De acordo com a metodologia da consultora Renda Prime “Representa o valor máximo da renda que pode ser esperado no período em analise para um espaço de dimensão standard [adequado à procura nessa localização, de elevada qualidade e situado na melhor localização. A Renda Prime não incorpora os incentivos comummente praticados no mercado nesse período.” e Yield Prime “Representa a yield mais baixa que pode ser esperada no período em análise para a aquisição de um imóvel de Classe A, situado numa localização privilegiada, totalmente arrendado e com rendas de mercado. Considera-se imóvel de Classe A o que tem uma construção recente, equipamento moderno e layout eficiente.”

São consideradas lojas de 100 m2 de área útil, na Avenida da Liberdade e Chiado, em Lisboa, e Rua de Santa Catarina e Boavista, no Porto.

Registamos no gráfico seguinte a evolução dos preços nas duas cidades, considerando o 3ºT de 2009 como Base 100:

Fonte: CBRE
Adaptação: Formatos, L.da

 No cenário de crise que o país atravessou, em Lisboa o mercado manteve-se estável aos longos quatro anos de crise (2009-2013), com tendência acentuada de subida nos últimos dois anos. Contrariamente, o mercado do Porto teve uma descida abrupta, começando no último ano a subir, mas ainda abaixo dos valores de 2009.

Admitindo que “não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe”, será que as atenções dos investidores vão ser orientadas mais para norte?



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